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Bandeira Dois

Já passavam das 3:00 hs da madrugada e eu ainda não tinha feito uma corrida. A noite estava chuvosa e as pessoas tinham resolvido ficar em casa. Poucas se aventuraram na noite em busca de diversão. Eu já tinha visto de tudo nessa vida de taxista: bêbados briguentos, homossexuais ensandecidos, mulheres grávidas desesperadas, entre outras coisas. Mas a noite me reservou uma surpresa que nunca poderia imaginar.

Às 3:15 hs fui chamado no rádio para ir a um bar na Praia de Iracema para pegar um casal. Quando cheguei ao local, fiquei abismado com a beleza da passageira. Ela deveria ter uns 35 anos e ele uns 40 anos. Não consegui tirar os olhos da cliente, mas sempre disfarçando. O homem, já completamente bêbado, não conseguia nem falar. A bela mulher pediu para que eu tomasse o rumo de um certo hotel que ficava no Centro da cidade. A chuva aumentava a cada minuto. No caminho, a mulher perguntou o meu estado civil. Naquele instante não pensei em nada, e respondi de imediato: sim. Ela se manteve calada todo o resto do trajeto.

Ao chegarmos no hotel, a mulher pediu para um funcionário do mesmo para que a ajudasse com o marido. Pediu-me para esperar, pois ainda iria precisar dos meus serviços. Ela entrou, porta a dentro ,no hotel enquanto eu fica olhando e apreciando sua beleza. Devia ter uns 1,64 mts e pesar uns 52 kgs. Pernas roliças, bem torneadas. Sua pele parecia macia como seda e refletia todo o seu cuidado pessoal. Ombros largos, mas nem tanto, para tirar a sua feminilidade. Uma cintura que mais parecia uma miragem. Cabelos pretos, na altura do ombro, que pareciam escorrer como numa cachoeira. Olhos pretos e profundos davam uma impressão de seriedade além do comum. O andar daquela mulher era insinuador e provocante, parecia convidar para uma penetração irracional. Comecei a ficar excitado. Bem na hora que ela reapareceu.

Pediu-me para ir em direção ao Beach-Park. Peguei a BR-116 em direção ao Cambeba. No trajeto, não perdia a oportunidade de olhar pelo retrovisor a minha passageira. Ela parecia notar meus olhares, mas não perdeu a pose um só minuto. Do nada, ela perguntou-me se eu já havia traído a minha mulher. Fiquei meio tenso e respondi que não. Eu era casado a pouco tempo e nunca havia sentido vontade real. Já estávamos bem perto do Beach Park quando ela projetou seu corpo do banco do passageiro para frente e apalpou o meu pênis. Fiquei gelado, não sabia o que fazer, só me veio aquela pergunta boba: - o que você ta fazendo?

Aquela linda mulher me pediu para subir os morros do Beach Park, nesse momento já não dava para pensar em mais nada além de transar com ela. Coloquei o carro no final de uma estradinha de piçarra, próxima de uma casa em construção. Naquele momento chovia pouco, mas os pingos faziam trilhas no vidro do carro. Ela pulou para o banco da frente do carro. Olhei bem nos olhos dela e sabia que ia ser uma transa daquelas. Meu pau, já estava duro como um casco de tartaruga e, sentia minha cueca molhada. Nunca estivera tão excitado. Tirei a minha camisa com a ajuda dela que apreciava meu corpo. A mulher maliciosa começou a chupar meus dedos, um por um, enquanto ia tirando seu vestido preto que tanto me excitava. Na penumbra da noite eu conseguia enxergar aqueles seios. Eram médios, bem durinhos e rosadinhos no bico. Não agüentei e coloquei meu pau pra fora. A danadinha não perdeu tempo e começou a lambê-lo, de cima a baixo, debaixo a cima. Sempre encostando a ponta da língua na cabecinha do meu pau. Mal podia esperar aquela boca quente na minha rôla, e isso não tardou. Ela, com a bundinha empinada e de calcinha preta de renda estava quase de quatro, empunhando o meu cassete que já estava ensopado. Essa brincadeira, durou uns 10 minutos e então puxei-a para mim e tirei sua calcinha enquanto beijava seus seios. Beijei sua boca muitas e muitas vezes no mesmo tempo que acariciava aquela bunda maravilhosa. A chuva aumentava a cada minuto. Eu, alucinado, coloquei a língua na sua xoxota e nunca senti algo assim. Tinha um gosto meio salgado, mas ao mesmo tempo doce e tentador. Acariciava suas pernas linguava toda sua vagina. Ela dava uns gemidos baixos e prolongados. Pedia para não parar e assanhava o cabelo o tempo todo. Depois de dar umas mordidinhas carinhosas no “grilinho” dela, não podia mais controlar a vontade de penetrá-la. Eu segurava meu pau fazendo o movimento de quem quer apontar alguma coisa, e ela entendia aquela linguagem. Deitei o banco do carro e ela segurou meu pau e colocou bem devagar na sua xotinha. Foi sentando e agasalhando-o. Como era quente e molhada. Me deu vontade de fazer todas as posições possíveis, mas não conseguia parar de meter nela. Eu também sussurrava muito e dizia palavrões com ela. Ela rosnava que era a minha rapariga e eu dizia que gozaria na boca dela. Uma loucura sem fim. Abri a porta do carro e puxei -a para fora. O dia vinha amanhecendo discretamente, mas a noite ainda era absoluta. No meio da piçarra, fiquei de pé e coloquei-a na minha cintura e forcei meu pau de um jeito que ficasse roçado em seu clitóris. Não demorou muito e senti um gemido bem diferente, parecia mais um desabafo seguido de um alívio. Não via a hora de tê-la de quatro. Falei que era minha vez de gozar e ela balançou a cabeça fazendo sinal de positivo. Posicionei suas mãos no capô, molhado pela chuva que caia ,e arrebitei aquela bundinha. Enfiava e tira, no mesmo tempo que via as gotas caírem do meu queixo e escorrerem naquele bumbum maravilhoso. Já não agüentava mais aquele tesão e gozei forte dentro dela. Nesse momento ela se inclinou mais e empurrou seu corpo para mim. Acho que passei dos 500 mls, pois escorria de dentro da sua xota, o meu sêmen. Ela olhou para mim e pediu para entrar no carro.

Não falamos mais nada até chegar no hotel. Ela olhou para mim e disse que nunca esqueceria o que passamos e guardaria como lembrança de Fortaleza. Beijou minha boca e foi embora. Nunca pensei que uma coisa dessas viesse a acontecer comigo. Só não sabia o que fazer quando chegar em casa, pois o carro estava ensopado e o cheiro de sexo estava no ar. Passei duas semanas me masturbando, pensando naquela mulher. Êta tesão da porra!!!